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O que realmente importa na vida? A própria vida.

 

“Viver e não ter a vergonha de ser feliz”. Viver e sentir o amor, a compaixão, a benevolência.

 

É chegada a hora de parar com tempestades em copos d’água. Quantos pequenos problemas que transformamos em monstros e acabam consumindo nossas vidas? E aí nos esquecemos de dar valor às pequenas soluções que, na maioria das vezes, conseguem ressignificar nosso dia a dia, nossas vidas.

 

Organizar a nossa Roda da Vida de tal maneira que ela gire constantemente em equilíbrio. No coaching essa é uma ferramenta que nos ajuda a ter uma visão geral da vida, básica para a realização plena.

 

A roda da vida é composta por vários lados. Pessoal, familiar, profissional, financeiro. Amigos, saúde, lazer, espiritualidade e por aí vai. Todos os fragmentos são importantes.

 

Sentir-se realizado, pleno, em paz, por estar fazendo algo que envolva a gratidão e o amor por estar vivo. Talvez, um belo propósito!

 

O que você pode fazer para se sentir mais realizado em cada “setor” de sua vida?

 

Seja organizar uma gaveta, ler um bom livro, assistir a algum filme, escrever uma mensagem para alguém, um telefonema, uma visita a um familiar ou amigo, escutar um desconhecido. Há tantas maneiras de encontrarmos pequenas soluções para aumentarmos nosso grau de satisfação com a vida.

 

Há tantas maneiras de fazer valer o que carregamos dentro de nós, muito além do nosso corpo físico, que chega a ser uma desfeita, com nós próprios não buscarmos algo que nos faça sentir vivos. Chega a ser um desrespeito com nossa própria vida, vivê-la de maneira estressante ou apática.

 

Tenhamos compaixão própria para afastar qualquer culpa por estarmos em um ritmo frenético de estresse ou num ritmo de aguda depressão, os males do século. Vamos regular aos poucos nossa roda da vida, para que ela se equilibre, a cada dia, com pequenas soluções, até que volte a rodar num ritmo de alegria, paz e amor, como ela verdadeiramente merece vibrar.

 

E aí sim, conseguiremos viver, sem ter a vergonha de ser feliz, porque, afinal, nunca é demais repetir, é bonita, é bonita e é bonita.